Avaliação: Honda Civic 2018 muda para recuperar terreno
19 de junho de 2018 – 11:45 | Comentários desativados

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Que tal uma Kombi Limusine por meio milhão?

Submitted by on 30 de janeiro de 2015 – 13:12No Comment

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Embora no Brasil vender uma Kombi Last Edition não esteja tão fácil, nos Estados Unidos, o modelo da Volkswagen chega a valer fortunas. Desde que seja uma edição Samba de 21 janelas, aquela mais procurada com janelinhas no teto e jeito hippie. Uma delas chega a custar mais de US$ 100 mil nos leilões. O que dizer então de um exemplar do tipo transformado em limusine? Nesse caso, o preço pedido pode chegar a R$ 570 mil, ou US$ 220 mil. É a fortuna pedida pelo anunciante de um modelo esticado ano 1965. O anúncio no ebay perdeu a validade, mas não sabemos ainda se o VW foi vendido.

Se a original tinha 21 janelas, essa chega a 33. Para os saudosistas, pode ser uma boa pedida. Até porque a esticada liberou espaço para encaixar no teto um teto solar do tipo ragtop (aqueles de lona corrediça) e, de quebra, ainda há um bagageiro perfeito para levar pranchas. Sem falar no espaço para 12 passageiros.

Foram dois anos de estica e puxa até finalizar. A empresa responsável pela transformação é do sul da Califórnia, região na qual o surfe tem status de religião. Dá para entender a origem do projeto que, depois de finalizado, foi levado a Maui, no Havaí. Mais em casa, impossível.

Por lá, essa Kombi foi usada por uma companhia de aluguel de limusines batizada de Endless Summer, ou verão interminável, o mesmo título do clássico filme de 1966 que ajudou a popularizar o surfe.

Curiosamente, o modelo limusine não foi feito para surfistas desfilarem. Na verdade, Maui é o maior destino de casamentos nos Estados Unidos, então o público é formado por pombinhos em busca de uma limusine com astral havaiano.

Especializada em Volkswagens antigos, a oficina californiana teve bom gosto na escolha de cores, ainda que o verde turquesa seja, na verdade, da Chevy. Pode não ser uma opção da própria marca, mas faz parte da mesma tribo, na verdade, já que era o tom usado por outro mito automotivo do surfe, a Chevrolet Nomad – a perua do Belair. O branco marfim dá o toque de classe. Para aturar a maresia, todas as chapas foram protegidas com anticorrosivos.

Por dentro, nada de bar embutido ou hidromassagem. O estilo também segue fielmente o original. Há bancos de couro, ripas no piso e muito material fonoabsorvente para potencializar o som Alpine, uma das únicas concessões ao estilo festivo das limusines, junto com as luzes de discoteca. Tanto vidro promete transformar o interior em uma estufa, porém, em uma das fotos é possível ver um aparelho de ar-condicionado. Respire aliviado.

Tudo isso deve pesar muito, você já deve estar pensando no desempenho dela. Fique tranquilo, os preparadores não esqueceram de outra tradição dos VW californianos refrigerados a ar, a preparação pesada. A capacidade passou para 2.074 cm³, uma Kombi 2.0 bem mais esperta que a última a ar 1.6 feita no Brasil. Segundo eles, antes de embarcar para o Havaí, a limusine foi de San Diego até o porto de Long Beach a mais de 100 km/h sem problema, com curso de acelerador sobrando ainda. Deve bastar, já que o peso, segundo eles, não passa muito de 1.700 kg.

Fonte: Auto Esporte
Foto: Divulgação

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