Toyota testará carro ‘falante’ e autônomo até 2020
17 de outubro de 2017 – 11:54 | Comentários desativados

A Toyota Motor disse nesta segunda-feira (16) que começará a testar um carro elétrico autônomo em torno de 2020, o modelo usará inteligência artificial (IA) para interagir com os motoristas.
O carro, cujo modelo conceito foi …

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Pirelli espera até três pit-stops no GP da Austrália

Submitted by on 11 de março de 2014 – 10:46No Comment

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Depois dos três testes da pré-temporada, durante os quais as equipes experimentaram seus novos carros pela primeira vez, a temporada 2014 da Fórmula 1, começa na Austrália com uma gama completamente nova de pneus Pirelli, a quarta desenvolvida pela empresa após o seu retorno à categoria. A empresa definiu os compostos médios e macios para este fim de semana, pois são mais adequados para o circuito de rua de Melbourne.

“Esta é a mudança de regras mais radical da era moderna da Fórmula 1, por isso tivemos que criar um conjunto completamente diferente de pneus para as novidades aerodinâmicas apresentadas pelos carros 2014. Os novos compostos e construções reduzem a degradação mantendo o mesmo nível de desempenho”.

“Como resultado, nós ainda esperamos entre dois e três pit stops por carro em Melbourne, mas seremos capazes de fazer previsões mais exatas somente depois de ver os carros andando nos treinos livres. A primeira corrida da temporada é sempre imprevisível, mas esta será mais do que nunca”, diz Paul Hembery, diretor de automobilismo da Pirelli.

O circuito do ponto de vista dos pneus:

- A pista de Melbourne, que recebe o GP da Austrália desde 1996, tem baixa aderência e é geralmente bastante escorregadia. Isto aumenta a patinagem, o que leva a um maior grau de degradação dos pneus.

- A frenagem é outro elemento importante em Melbourne. Há muitas áreas de frenagem pesada, ​​nas quais os picos de força de desaceleração atingem 5G. Isto pode causar travamento das rodas e deixar os pneus “quadrados”, o que levará a um desequilíbrio e desgaste irregular.

- Este ano há um novo sistema de freios, que ajusta a pressão de frenagem nas rodas traseiras, para compensar o efeito dos novos sistemas de captação de energia. Isto também terá efeito sobre os pneus traseiros.

- Há nove áreas de aceleração total na pista, quando os carros estão tentando colocar toda a sua energia (cerca de 760 cavalos de potência) no chão. Por isso, acontecem patinagens e, consequentemente, degradação.

- A pressão aerodinâmica foi reduzida este ano e isso também tem um efeito sobre os pneus. Mais deslizamento pode causar um desgaste irregular e granulação – embora nos testes de pré-temporada a granulação observada tenha sido reduzida e as bolhas desapareceram, mesmo com a perda de pressão aerodinâmica.

- O pneu esquerdo traseiro é o que trabalha mais em Melbourne, com 10 curvas para a direita e seis para a esquerda. As forças longitudinais sobre os pneus são mais significativas do que as forças laterais.

- No ano passado, Kimi Räikkönen venceu a corrida largando da sétima posição no grid, com uma estratégia de duas paradas: largou com pneus supermacios e depois colocou pneus médios duas vezes. Isso foi determinante para a sua vitória, pois o restante dos seis primeiros colocados pararam três vezes.

Fonte: Amigos da Velocidade

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