Carro voador chinês pode ser o primeiro a ser comercializado normalmente
6 de outubro de 2018 – 16:34 | Comentários desativados

A corrida em busca de produzir o primeiro carro voador comercialmente viável pode estar perto de ter um vencedor: é a Terrafugia, uma empresa chinesa que já desenvolve seu veículo com asas chamado Transition há …

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Mundial de Drift em Lousada pode ser uma realidade em 2018

Submitted by on 2 de mar̤o de 2018 Р9:16No Comment

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Lousada é, sem dúvida, reconhecida pelo desporto automóvel. Prestes a começar mais um ano de atividades, o CAL – Clube Automóvel de Lousada abre as portas já no próximo fim de semana ao Track Day, sendo esta a primeira iniciativa de um conjunto de atividades que vão certamente fazer as delícias aos amantes deste desporto, que muito promove o concelho.

Jorge Simão, de 55 anos, é presidente deste clube desde 2009. “Quando cheguei, tinha os cadeados nas portas”, diz, aludindo à situação que envolve a atual pista e que, ainda hoje, ameaça a existência do Clube e quiçá do futuro deste desporto no concelho.
Ainda jovem, perto dos seus vinte anos, Jorge Simão começou a gostar dos automóveis. Trabalhava por conta de outrem e já ajudava a montar alguns carros, na altura chamados Formula TT, como é o exemplo dos carros de José Dias e noutro tipo de carro, como o bimotor tripulado por Artur Teixeira, “o único lousadense que corria nessa altura”, relembra Jorge Simão.

Mais tarde, já com a sua própria oficina e com mais de 20 anos, Jorge Simão “cansou-se de só ajudar os outros” e preparou o seu próprio carro, um Peugeot 205, para assim fazer uma “corridita”: “Comecei pelas 6 horas e fiquei sem uma roda a meio da prova na curva da Lousafil”, conta. Este desaire apenas serviu para o impulsionar a continuar, participando logo no ano seguinte, com uma “melhor preparação”, no campeonato de Ralicrosse na Divisão 1, conseguindo nos três anos seguintes lugares no pódio. No terceiro ano, surgiu a classe 1600: “Fiz um carro novo, um Peugeot 106, e com esse carro fui campeão logo no primeiro ano”, diz, com regozijo, recordando a vitória por um triz, uma vitória por “meio carro”, como o próprio afirma, e logo na Costilha, na sua terra.

Ao comparar o passado e o presente, Jorge Simão recorda que tudo era muito diferente: “As máquinas não eram tão rápidas como agora, mas havia muito mais respeito entre os pilotos. Era tudo muito mais competitivo, todos andávamos a um elevado ritmo. Numa divisão, tínhamos cerca de 12 a 13 carros, era uma luta para chegar à final, tínhamos de ter juízo”, diz, com saudade, olhando para a atual pista da Costilha e evocando o primeiro momento em que participou numa prova: “Nesta pista, fiz de comissário desportivo… Nas primeiras corridas, era tudo muito diferente,  não havia vedações nenhumas, o público estava em cima da pista, entrava para dentro dela e, por isso, não era fácil o meu trabalho. Lembro-me também do primeiro Europeu de Autocross: os carros estavam espalhados por todo o lado, não havia um paddock uniforme para toda a gente. Era impressionante a quantidade de pessoas que assistiam a essa prova”,  recorda o dirigente.

Texto: Redação.

Fonte: yesnoticias

Portal Rodão.

 

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