Documento de veículos de papel continua com emissão obrigatória mesmo com versão digital
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Contran alterou regra que previa que motoristas poderiam optar por emitir somente a versão física ou a digital do CRLV. Na hora de dirigir, condutor poderá escolher qual modelo usar.
O Conselho Nacional de Tr√Ęnsito (Contran) …

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Mundial de Drift em Lousada pode ser uma realidade em 2018

Submitted by on 2 de março de 2018 Р9:16No Comment

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Lousada √©, sem d√ļvida, reconhecida pelo desporto autom√≥vel. Prestes a come√ßar mais um ano de atividades, o CAL ‚Äď Clube Autom√≥vel de Lousada abre as portas j√° no pr√≥ximo fim de semana ao Track Day, sendo esta a primeira iniciativa de um conjunto de atividades que v√£o certamente fazer as del√≠cias aos amantes deste desporto, que muito promove o concelho.

Jorge Sim√£o, de 55 anos, √© presidente deste clube desde 2009. ‚ÄúQuando cheguei, tinha os cadeados nas portas‚ÄĚ, diz, aludindo √† situa√ß√£o que envolve a atual pista e que, ainda hoje, amea√ßa a exist√™ncia do Clube e qui√ß√° do futuro deste desporto no concelho.
Ainda jovem, perto dos seus vinte anos, Jorge Sim√£o come√ßou a gostar dos autom√≥veis. Trabalhava por conta de outrem e j√° ajudava a montar alguns carros, na altura chamados Formula TT, como √© o exemplo dos carros de Jos√© Dias e noutro tipo de carro, como o bimotor tripulado por Artur Teixeira, ‚Äúo √ļnico lousadense que corria nessa altura‚ÄĚ, relembra Jorge Sim√£o.

Mais tarde, j√° com a sua pr√≥pria oficina e com mais de 20 anos, Jorge Sim√£o ‚Äúcansou-se de s√≥ ajudar os outros‚ÄĚ e preparou o seu pr√≥prio carro, um Peugeot 205, para assim fazer uma ‚Äúcorridita‚ÄĚ: ‚ÄúComecei pelas 6 horas e fiquei sem uma roda a meio da prova na curva da Lousafil‚ÄĚ, conta. Este desaire apenas serviu para o impulsionar a continuar, participando logo no ano seguinte, com uma ‚Äúmelhor prepara√ß√£o‚ÄĚ, no campeonato de Ralicrosse na Divis√£o 1, conseguindo nos tr√™s anos seguintes lugares no p√≥dio. No terceiro ano, surgiu a classe 1600: ‚ÄúFiz um carro novo, um Peugeot 106, e com esse carro fui campe√£o logo no primeiro ano‚ÄĚ, diz, com regozijo, recordando a vit√≥ria por um triz, uma vit√≥ria por ‚Äúmeio carro‚ÄĚ, como o pr√≥prio afirma, e logo na Costilha, na sua terra.

Ao comparar o passado e o presente, Jorge Sim√£o recorda que tudo era muito diferente: ‚ÄúAs m√°quinas n√£o eram t√£o r√°pidas como agora, mas havia muito mais respeito entre os pilotos. Era tudo muito mais competitivo, todos and√°vamos a um elevado ritmo. Numa divis√£o, t√≠nhamos cerca de 12 a 13 carros, era uma luta para chegar √† final, t√≠nhamos de ter ju√≠zo‚ÄĚ, diz, com saudade, olhando para a atual pista da Costilha e evocando o primeiro momento em que participou numa prova: ‚ÄúNesta pista, fiz de comiss√°rio desportivo‚Ķ Nas primeiras corridas, era tudo muito diferente,¬† n√£o havia veda√ß√Ķes nenhumas, o p√ļblico estava em cima da pista, entrava para dentro dela e, por isso, n√£o era f√°cil o meu trabalho. Lembro-me tamb√©m do primeiro Europeu de Autocross: os carros estavam espalhados por todo o lado, n√£o havia um paddock uniforme para toda a gente. Era impressionante a quantidade de pessoas que assistiam a essa prova‚ÄĚ, ¬†recorda o dirigente.

Texto: Redação.

Fonte: yesnoticias

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