Conheça o BMW concept 4, o protótipo que antecipa o série 4 – só ele quer ter grade de radiador
13 de setembro de 2019 – 14:45 | Comentários desativados em Conheça o BMW concept 4, o protótipo que antecipa o série 4 – só ele quer ter grade de radiador

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Estratégia de combustível volta à pauta das equipes em 2014

Submitted by on 11 de dezembro de 2013 – 9:41No Comment

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A FIA assumiu uma postura de se preocupar com o desenvolvimento de tecnologias que deixem os carros ecologicamente mais corretos e está atacando, em diversas categorias, o consumo de combustível. E nem mesmo a F1 escapou desta questão.

Além da diminuição do tamanho dos motores, de V8 de 2,4 litros para V6 de 1,6 litro, e adoção de uma tecnologia de recuperação de energia mais eficiente, o ERS, que substitui o atual Kers, a entidade também limitou consideravelmente o tanque dos carros, que poderão largar com apenas 100 Kg de combustível invés dos atuais 160 Kg. .

O fluxo de combustível que também sofreu uma maior restrição, de 100 Kg/h acima dos 15 mil RPM, ou seja, quando o carro estiver em aceleração máxima. Isso quer dizer que teremos muito trabalho no mapeamento dos motores e os pilotos terão que se segurar desde o começo.

Chefe de operações de pista da Renault, Rémi Taffin explicou ao Tazio em entrevista concedida durante o fim de semana do GP do Brasil, que a tecnologia atual de controle do consumo permitem que o planejamento da corrida seja mais tranquilo, sem a necessidade de pilotos terão que diminuir brutalmente o ritmo de uma hora para outra.

“Em todas as simulações que fizemos, na maioria das pistas estaremos bem. Mas em algumas corridas será limitado por causa desse novo limite de 100 quilogramas. Mas não acho que será algo muito visível. No plano pré-corrida isso já entrará na estratégia. Então, você não verá um carro ter que diminuir o ritmo em um segundo de uma volta para outra. E os pilotos terão muita ajuda da programação [do motor] e do pitwall. Terá talvez muito mais atividade por de trás dos panos. Mas acho que no geral deve ter tranquilo para o piloto”, explicou.

Ele apontou Monza e Mônaco como as corridas mais críticas em relação à essa questão, por outro lado, lembrou que com a tecnologia mais eficiente e presente de recuperação de energia, também deve contribuir para o controle do consumo.

De qualquer maneira, fica a expectativa de muito trabalho no planejamento das equipes para não voltarmos a momentos como não vemos desde os anos 80, com carros parando no final por pane seca. Um caso clássico, é o GP de San Marino de 1985, em que cinco carros abandonaram nas últimas quatro voltas por falta de combustível, incluindo os dois primeiros, Ayrton Senna e Stefan Johansson. Confira:

Obs: Alain Prost recebeu a bandeira quadriculada na frente, mas foi desclassificado após a prova e a vitória ficou com Elio de Angeles

Fonte: Lucas Santochi / Tazio
Foto: David J. Phillip/AP

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