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Especulações sobre acidente de Alonso ganham volume e intensidade

Submitted by on 4 de março de 2015 – 14:06No Comment

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Fernando Alonso já está fora do GP da Austrália, como consequência de sua batida no último dia 22 em Barcelona, que demandou atendimento médico e internação hospitalar por três dias no Hospital Geral da Catalunha.

A causa oficial, segundo a McLaren, foi uma rajada de vento que desestabilizou o MP4-30, jogando-o para a parte externa da curva três, levando o espanhol a perder o controle do carro, com sua posterior batida no muro interno. No entanto, a cada instante que passa os rumores sobre as causas aumentam sobremaneira.

Nesta terça-feira (3) a emissora de TV italiana Sky, revelou que Alonso teria dito a empresário e amigos próximos que ele sofreu um grande choque em sua espinha antes de perder o controle e bater no muro. Com isso, vários ex-pilotos deram suas opiniões sobre o ocorrido. Um deles foi Fabrizio Barbazza, que defendeu a Minardi em sua curta passagem pela F1.

“Fernando sofreu um choque de 600 watts com consequências sérias. Dificuldade de concentração e obstrução temporária das veias”, disse ao La Repubblica.

Já o francês René Arnoux, que esteve na categoria entre 1978 e 1989, destacou o pedido dos médicos que atenderam o bicampeão mundial.

“A recomendação dos médicos de Alonso não me surpreendeu nem um pouco, porque estou convencido que Fernando teve um problema físico antes do acidente. Eu corri na Fórmula 1, sei do que estou falando. O impacto foi lateral e não explica os ferimentos. Acredito firmemente que Alonso se sentiu mal ao volante. O fato de que estava ventando então foi usado como uma bem-vinda desculpa”, falou.

Já o Dr. Roberto Belvis, do Hospital Quiron Dexeus localizado em Barcelona, contesta o argumento da McLaren , que alega ter afastado Alonso do GP da Austrália para afastar o risco da síndrome do segundo impacto (SIS), segundo a declaração dada ao diário AS.

“Prevenir a SIS não é lógico se não há sintomas de concussão. Quando não há dores de cabeça, problemas de concentração e o paciente está falando corretamente depois de recuperado, um segundo impacto não representa risco”, falou o especialista, que complementa.

“Se houve uma perda de consciência sem explicação, é prudente para Alonso não pilotar por três ou quatro semanas. E continuar passando por exames. Mas não faz sentido dizer à mídia que ele está 100 por cento recuperado, mas não vai competir devido à SIS”, concluiu.

Fonte: Sandro Varela / Amigos da Velocidade

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