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6 de fevereiro de 2018 – 10:20 | Coment√°rios desativados

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Em parceria com a Dafra, KTM volta ao Brasil e confirma Duke 200 e 390

Submitted by on 28 de março de 2014 Р11:31No Comment

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A fabricante brasileira de motos Dafra anunciou nesta quinta-feira (27) o retorno da KTM ao Brasil. Fora do mercado local desde 2012, a marca austríaca voltará a exportar modelos para o país, em CKD (Completely Knocked Down, quando a moto chega completamente desmontada), em parceria com a montadora local a partir deste ano, diz o comunicado.

“Come√ßaremos a opera√ß√£o CKD com os produtos mais emblem√°ticos da KTM, os off-road, que ser√£o produzidos em nossa f√°brica em Manaus j√° a partir deste ano”, diz S√©rgio Dias, diretor comercial da Dafra. “Mais produtos off-road e street vir√£o pelo mesmo processo CKD meses depois, em 2015.”

Entre os modelos confirmados para o país, estão 200 Duke e 390 Duke, motos de uso urbano. Segundo a empresa, ao longo do tempo toda a linha da empresa deve chegar ao Brasil, inclusive, os produtos off-road, segmento mais tradicional da KTM.

“A globaliza√ß√£o √© um elemento central para o sucesso da KTM. Seguindo essa estrat√©gia, o mercado brasileiro √© fundamental. Para entrar nesta nova realidade um bom parceiro era indispens√°vel.

Adicionalmente, a KTM est√° investindo numa estrutura local de apoio ao mercado nacional‚ÄĚ, afirma Hannes Dirmayer, gerente da KTM √Āustria respons√°vel pela regi√£o, em comunicado.

Durante o Salão de Milão 2013, o G1 havia adiantado que a KTM preparava o retorno ao Brasil. Na época, Hubert Trunkenpolz, diretor comercial da KTM, disse que o retorno da empresa austríaca ao Brasil também traria junto a Husqvarna, outra marca de moto, adquirida pelo grupo KTM no ano passado, quando a adquiriu da BMW.

Além disso, o executivo também afirmou que as esportivas KTM RC 125, 200 e 390 estavam entre os produtos que a empresa a empresa pretendia vender no Brasil.

Retorno ao Brasil

A KTM deixou de vender no Brasil quando encerrou a parceria com o Grupo Izzo, n√° √©poca, em 2012, as lojas da empresa no pa√≠s foram fechadas. Enquanto atuaram juntas, as motos da marca austr√≠aca eram importadas j√° montadas. Na √©poca, o CEO Stefan Pierer afirmou, √† revista “Cycle News”, que errou no Brasil: “No Brasil, n√≥s erramos, e tivemos a li√ß√£o de que, se voc√™ n√£o tiver o parceiro certo, ent√£o est√° em apuros. Na verdade, √© um grande mercado, mas tamb√©m muito perigoso”, afirmou.

A austríaca chegou a anunciar, em 2011, que passaria a montar as motos no Brasil, mas o negócio não se concretizou.

“A colabora√ß√£o m√ļtua entre as companhias j√° est√° em andamento e √© baseada em contrato de longo prazo, que inclui a importa√ß√£o e fabrica√ß√£o de motocicletas em Manaus, a fim de implementar a marca austr√≠aca no Brasil de forma consistente, profissional e progressiva. Detalhes sobre linha de produtos, cronograma de lan√ßamentos e rede de concession√°rias ser√£o divulgados nos pr√≥ximos meses”, diz a Dafra.

Parcerias da Dafra

Além da KTM, a Dafra já é responsável por montar motos de BMW, Ducati e MV Agusta em Manaus, além de modelos da própria marca. No caso da MV Agusta, fabricante de luxo italiana, a empresa brasileira também realiza sua operação comercial no país.

Fonte: G1
Foto: Rafael Miotto/G1

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