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Diretor da Michelin, sobre retorno à F1: “Estamos prontos para conversar”

Submitted by on 26 de agosto de 2013 – 11:10No Comment

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O diretor do Departamento de Competições da Michelin, Pascal Couasnon, confirmou nesta semana que a fabricante francesa de pneus tem mesmo o interesse de retornar à F1 em 2014, assumindo a posição de fornecedora exclusiva da categoria, no lugar da Pirelli.

Até o momento, acredita-se que a concorrente italiana só possui contrato selado com Bernie Ecclestone para o ano que vem, restando ainda fechar novos acordos com a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e com todas as 11 equipes do grid. Porém, a crise ocorrida nesta temporada, por conta da borracha excessivamente degradante e dos problemas apresentados no GP da Inglaterra, provocou um grande atrito entre as partes, deixando no ar a incerteza sobre a continuidade ou não da marca na categoria.

No fim de semana do GP da Bélgica, parte da imprensa veiculou que a Michelin já teria até agendado uma reunião com Ecclestone para tratar de seu regresso, notícia que fez o diretor esportivo da Pirelli, Paul Hembery, afirmar que seria “ridículo” abrir concorrência a essa altura do campeonato pela prestação do serviço.

Couasnon, por sua vez, admitiu que a companhia francesa tem, sim, intenções de voltar a fazer parte do circo. “Nossa posição agora já é conhecida. Se eles estiverem dispostos a conversar, nós estamos dispostos a fazer isso também”, declarou, em entrevista à agência de notícias “Reuters”.

Entretanto, o diretor francês ponderou que a definição teria de acontecer rapidamente, pois a companhia precisa de um tempo mínimo para se preparar. “Deve haver um momento em que isso não seja mais possível, [pois] ainda precisamos de um certo tempo físico para produzir os pneus. No final de outubro, talvez seja muito tarde”, previu.

Resta saber agora se a Michelin aceitaria construir compostos no mesmo estilo da Pirelli, que, a pedido da própria organização do campeonato, produziu produtos que se desgastam rapidamente e demandam a realização de vários pitstops numa mesma corrida. Em recente entrevista ao veículo “Le Figaro”, Couasnon havia se posicionado contra tal estratégia.

“Nós acompanhamos a F1 de perto, mas não gostamos da forma como ela está hoje. Isso me frustra e até me deixa um pouco irritado. A F1 não é só trocar pneus depois de poucas voltas, ou até mesmo poucas curvas. Nós temos que oferecer uma imagem bonita de um produto importante para a indústria automotiva”, criticou. A última presença da Michelin no grid ocorreu entre 2001 e 2006.

Fonte: Leonardo Felix / Tazio
Foto: Divulgação

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