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Dez carros que o brasileiro já esqueceu que existiram

Submitted by on 27 de dezembro de 2018 – 12:48No Comment


Alguns modelos tiveram trajetória tão apagada no mercado nacional que, às vezes, nem seus donos lembram deles

Em um país com tamanha abrangência e recheado de verdadeiros adoradores desses veículos de quatro rodas, dificilmente algum carro passa desapercebido pelo brasileiro. No entanto, alguns deles trilharam carreiras não tão memoráveis assim, que dificilmente uma pessoa não entusiasta vai se lembrar deles. Mas que carros são esses? Confira em nossa lista especial.

Jeep Compass
Antes que possa parecer polêmica, não se trata da atual geração do Compass, que simplesmente atropelou todo segmento de SUVs no Brasil, mas sim da primeira geração desse Jeep. Vai dizer que você lembra dele? Nos EUA, ele é considerado um dos piores Jeep da história e aqui no Brasil é figura rara nas ruas. Seu acabamento de qualidade duvidosa e o conjunto mecânico que incluía até um câmbio CVT, fizeram com que ele não se encaixasse bem na gama Jeep. Ainda bem que o Compass mudou e muito.

Chevrolet Malibu
Na tentativa de frear o sucesso do Ford Fusion no Brasil, a Chevrolet passou a importar seu maior rival, o Malibu. Com preço mais alto que o Ford e pouca divulgação, o modelo não durou muito mais do que um ano por aqui. A Chevrolet até chegou a importar algumas unidades da geração seguinte do Malibu, mas elas ficaram restritas à alguns executivos da marca. Hoje em dia esses Malibu já estão no mercado de usados, com alguns deles disponíveis aqui no iCarros.

Peugeot 207 Passion
Quando o Peugeot 206 foi reestilizado e trocou de nome para 207, ele resolveu multiplicar a família. Além da perua que já existia em nosso mercado, a PSA apostou na inédita picape Hoggar e no sedã 207 Passion que, de tão esquecido, era chamado somente de 207 Sedan no final de sua vida. O projeto de origem iraniana não agradou aos brasileiros, especialmente por conta da traseira com visual um tanto quanto polêmico.

Citroën C3 Picasso
Pegando o final da onda do sucesso das minivans, a C3 Picasso foi lançada depois do aventureiro Aircross. Apesar do estilo adaptado ao mercado brasileiro e do interessante custo-benefício, ela vendeu menos que seu irmão e saiu de linha quando a Citroën promoveu mudanças visuais no Aircross. Das minivans da família Picasso, as mais lembradas são Xsara (a Picasso original) e a C4, que está em sua segunda geração atualmente. Nem mesmo na Europa a C3 Picasso teve chance, já que foi substituída pelo SUV compacto C3 Aircross.

Toyota Etios Cross
Motivo de grande polemica em seu lançamento (especialmente na cor amarela), o Toyota Etios Cross sempre foi figura rara nas ruas. Apesar de ter durado até a estreia do Yaris, que provocou uma drástica redução de versões na família Etios, o Cross era a variante menos vendida. Talvez seu esquecimento possa ser creditado ao visual extravagante ou ao preço mais alto dentre todos os Etios, sem oferecer equipamentos a mais ou mecânica diferente.

Renault Symbol
Quando o Logan chegou ao Brasil, o Clio precisou mudar de rumo. O hatch ficou cada vez mais barato para assumir o posto de modelo de entrada da marca no país, enquanto o sedã mudou de visual, de nome e tentou um lugar ao sol entre Logan e Mégane. O Symbol vendeu mal e era totalmente ofuscado por seus irmãos mais novos, especialmente pelo Logan que era maior e mais barato.

Honda Fit Twist
Apesar de ter fundado as bases para a chegada do WR-V, a versão Twist do Fit é a menos lembrada de sua carreira. Com pegada aventureira e alguns itens de outras versões, o Fit Twist foi apresentado no Salão de 2012 e sempre foi um modelo exclusivo do Brasil. Durou até 2014, quando a nova geração do hatch com pegada de minivan chegou. O WR-V, apesar de ser um pouco mais que um Fit aventureiro, foi lançado apenas em 2017.

Nissan Tiida
Quando o mercado de hatches médios ainda tinha grande importância no Brasil, a Nissan resolveu apostar com o Tiida. Com pegada de minivan, o hatch tinha estilo jovial e um interior bastante espaçoso, mas era ofuscado por modelos icônicos como Focus, Astra, 307, Golf e Stilo. A versão sedã chegou alguns anos depois e quase foi vendida pela Dodge como Trazo C. Aliás, você se lembra dele no Salão do Automóvel de São Paulo em 2008?

Volkswagen Eos
Em uma época em que a Volkswagen trazia Polo GTI em quantidade limitada e começava a trilhar o caminho dos SUVs com Touareg e Tiguan, ela trouxe para o Brasil o conversível Eos. Derivado do Golf, ele era figura rara até nas concessionárias da marca. A única lembrança que muitos brasileiros tinham do conversível vendido por aqui em 2009, era que o cantor Luan Santana, na época em início de carreira, havia comprado uma das pouquíssimas unidades que chegaram.

Fiat Linea T-Jet
Ainda popular no mercado de usados, o Fiat Linea não teve vida fácil no Brasil. Especialmente por conta de seu posicionamento como um sedã médio, mesmo sendo derivado de um compacto. Sua versão mais luxuosa e mais legal era a T-Jet, mas pouquíssima gente lembra disso. O nome e o motor T-Jet ficaram muito associados aos Punto, enquanto o Linea e até o Bravo, apesar de terem recebido a variante, caíram no esquecimento.

Texto: João Brigato

Fonte: Icarros

Portal Rodão

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