Confira as novidades apresentadas no Salão Duas Rodas
20 de novembro de 2017 – 13:49 | Comentários desativados

As principais empresas do setor de motos do Brasil apresentaram suas novidades para 2018 no Salão Duas Rodas, em São Paulo. Mesmo em um mercado que ainda sente os efeitos da crise econômica, foi possível …

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Depois de 48 anos no grid, Brasil não terá representante na Fórmula 1

Submitted by on 5 de novembro de 2017 – 9:17No Comment

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O Brasil está no grid da Fórmula 1 desde o ano de 1970 quando Emerson Fittipaldi foi para Lotus, desde então tivemos 30 pilotos representando o país na maior categoria do automobilismo.

Neste sábado o único representante do Brasil na F1, Felipe Massa, anunciou pelo seu Instagram que está se aposentando da categoria depois de rumores terem apontado que a Williams não queria o brasileiro para o próximo ano.

Com o anúncio do brasileiro, 2018 será a primeira vez em quase meio século – 48 anos precisamente – que o país não terá um representante no grid da F1.

E as perspectivas não são muito boas para o Brasil no curto prazo. Sérgio Sette Câmara atualmente está na F2, apesar de estar em uma equipe pequena, conseguiu uma vitória em 2017, Pedro Piquet, atualmente na F3 Europeia, e Pietro Fittipaldi, líder da World Series, são os candidatos mais próximos da F1 para os próximos anos.

A F1Mania esteve presente no evento de lançamento do GP do Brasil de F1 2017 no Shopping Market Place (SP) em outubro e participou da coletiva com Reginaldo Leme (Rede Globo), Rodrigo França (Senna TV) e João Carlos Castilho de Andrade (Diretor de Imprensa do GP Brasil de F1).

Perguntado sobre a possibilidade do Brasil não ter representante em 2018 e o quanto isso poderia afetar a audiência, Reginaldo Leme foi enfático em dizer que atualmente isso não afetaria o público fiel que a F1 conquistou durante todos esses anos:

“Com toda a sinceridade, o que aconteceu com a audiência (aumento na audiência) esse ano ficou provado que já não dependemos mais de brasileiros.

“Claro que com um brasileiro disputando vitórias podemos ter um aumento nos pontos (de audiência), isso é outra coisa”.

O Brasil estreou na F1 ainda na década de 50 com Chico Landi, fazendo seis corridas entre os anos de 1951 e 1956. Fritz d’Orey fez 3 corridas em 1959 para depois em 1970, Emerson Fittipaldi se juntar a categoria onde ficou por 10 anos e desencadeou então uma série de talentosos brasileiros na Fórmula 1.

 Pilotos – Grandes Prêmios Disputados – Anos:

Chico Landi – 6 GPs – 1951 até 1956
Gino Bianco – 4 GPs – 1952
Nano da Silva Ramos – 7 GPs – 1955 e 1956
Fritz D’Orey – 3 GPs – 1959
Emerson Fittipaldi – 144 GPs, com 14 vitórias, entre 1970 e 1980 e 2 títulos (1972 e 1974)
José Carlos Pace – 71 GPs, com uma vitória, entre 1972 e 1977
Wilson Fittipaldi Jr – 35 GPs, entre 1972 e 1975
Luiz Pereira Bueno – 1 GP em 1973
Ingo Hoffmann – 3 GPs, entre 1976 e 1977
Alex Dias Ribeiro – 10 GPs, entre 1976 e 1979
Nelson Piquet – 204 GPs, com 23 vitórias, entre 1978 e 1991 e 3 títulos (1981/ 1983/ 1987)
Chico Serra – 18 GPs, entre 1981 e 1983
Raul Boesel – 23 GPs, entre 1982 e 1983
Roberto Pupo Moreno – 41 GPs, entre 1982 e 1995
Ayrton Senna – 161 GPs, com 41 vitórias, entre 1984 e 1994 e 3 títulos (1988/ 1990/ 1991)
Mauricio Gugelmin – 74 GPs, entre 1988 e 1992
Christian Fittipaldi – 40 GPs, entre 1992 e 1994
Rubens Barrichello – 322 GPs, com 11 vitórias, entre 1993 e 2011
Pedro Paulo Diniz – 98 GPs, entre 1995 e 2000
Ricardo Rosset – 26 GPs, entre 1996 e 1998
Tarso Marques – 24 GPss, entre 1996 e 2001
Ricardo Zonta – 36 GPs, entre 1999 e 2005
Luciano Burti – 14 GPs, entre 2000 e 2001
Enrique Bernoldi – 28 GPs, entre 2001 e 2002
Felipe Massa – 267 GPs, com 11 vitórias, desde 2002
Cristiano da Matta – 28 GPs, entre 2003 e 2004
Antônio Pizzonia – 20 GPs, entre 2003 e 2005
Nelson Piquet Jr – 28 GPs, entre 2008 e 2009
Bruno Senna – 46 GPs, entre 2010 e 2012
Lucas di Grassi – 18 GPs em 2010
Felipe Nasr – 39 GPs, 2015 e 2016
Luiz Razia – 0 GPs. 2 treinos em 2011

Texto:  Gabriel Gavinelli

Fonte: F1 Mania

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