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Cuidado com os alagamentos: carro não é anfíbio

Submitted by on 14 de fevereiro de 2019 – 13:22No Comment

Nesta época, os alagamentos são comuns. Saiba como se comportar para evitar problemas

Todo verão é a mesma coisa. A estação mais chuvosa do ano costuma causar alagamentos em vários pontos da cidade. Nesse caso, vale a orientação: não tente atravessar trechos alagados com o automóvel. Carro não é barco, e a operação é sempre arriscada.

O melhor a fazer numa situação de risco é tentar manter a calma. Procure as regiões mais altas. Se a chuva estiver forte, evite passar pelas áreas com histórico de alagamentos frequentes.

Caso você esteja em uma área baixa, ou perto de rio, tente se afastar, e espere. A água costuma baixar tão rapidamente como sobe. Basta aguardar a chuva diminuir que os níveis de alagamento tendem a
reduzir.

Tentar a travessia “na sorte” nem sempre acaba bem. Se o alagamento não for muito profundo, a passagem pode ser feita, mas antes de tomar a decisão de passar observe atentamente a situação. Se a intenção é correr o risco, ao menos que seja um risco calculado.

A primeira coisa a fazer é tentar medir a altura da água com base nos carros estacionados. Ou de caminhões que eventualmente estejam passando. Ou mesmo de pessoas.

Atravessar trechos com enchentes envolve ainda outros riscos: a pressão da água pode retirar tampas de bueiros, e o carro pode cair neles.

Água acima da metade da roda já envolve risco
Em linhas gerais, com água acima da metade da roda é temerário tentar passar. Isso porque a água exerce muita resistência à passagem do veículo, exigindo muita aceleração.

Além disso, há o risco de a água atingir o duto de captação de ar do motor. Se isso acontecer, em vez de ar, o propulsor vai aspirar água, e pode sofrer sérios danos. A água no interior dos cilindros pode gerar o “calço hidráulico”. Ele ocorre quando o pistão tenta comprimir a água alojada dentro dos cilindros. A pressão é tanta que as bielas, que são os suportes dos pistões, chegam a entortar.

Fora o risco do calço hidráulico, a água pode atingir também a parte elétrica e mesmo contaminar o óleo lubrificante do motor. Em todos esses casos, o conserto tende a ficar muito caro.

Caso a água não esteja muito elevada e a travessia seja possível, engrene a primeira, acelere e mantenha a velocidade baixa com o giro do motor elevado. Passando devagar, a possibilidade de fazer onda ou espirrar água é menor. Além disso, com motor acelerado, evita-se a chance de a água entrar pelo cano de escapamento.

Se durante o trajeto alagado o carro apagar, não tente dar a partida. Isso pode ter ocorrido pela aspiração de água nos cilindros, e a tentativa de forçar o carro a funcionar pode gerar o tal calço hidráulico. Nessa situação, espere por ajuda.

Na hipótese de outros carros também estarem fazendo a travessia, não tente ultrapassar, a menos que algum veículo esteja parado. O ideal é que todos façam o percurso no mesmo ritmo, e com a menor formação de ondas possível.

Se tudo der certo e você sair da água, dirija devagar pisando levemente no pedal de freio, para ver se o sistema está funcionando. Com os freios molhados, a capacidade de frenagem diminui muito, o que pode causar algum acidente. Aguarde até que o veículo recupere o poder de frenagem antes de elevar a velocidade.

Texto: Redação

Fonte: Jornal do Carro Estadão

Portal Rodão

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