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20 de novembro de 2017 – 13:49 | Comentários desativados

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Chefe da Haas diz que campeão da Indy não pode “simplesmente entrar” na F1

Submitted by on 28 de outubro de 2017 – 9:52No Comment

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A Fórmula 1 historicamente sempre teve dificuldades para conseguir se inserir no mercado americano, acostumado, principalmente, às competições em ovais, sejam na Fórmula Indy ou na Nascar. Realizado em Austin desde 2012, o GP dos EUA tem crescido de público ano a ano, e, no domingo passado, apresentou uma cerimônia de abertura nunca antes vista em uma corrida da categoria. Porém, falta um piloto da casa para que o espectador possa se identificar, e Josef Newgarden, atual campeão da Indy, surge como o principal nome.

- A minha opinião é que um piloto americano seria ótimo, mas ele precisa ser bem-sucedido. Não estou dizendo que Josef não seria bem-sucedido, mas você não pode simplesmente entrar (na F1). É diferente quando você pula de Le Mans para a F1, porque tudo está lá (do ponto de vista da condução). Mas quando você vem de outro campeonato para entrar na F1, é difícil. É muito mais pressão. Depois de três corridas se você não entregar, você sabe o que é – um idiota, e você precisa sair – disse Gunther Steiner, chefe da equipe americana Haas.

O nome de Newgarden apareceu com força, recentemente, para substituir Pierre Gasly na STR no final de semana do GP dos EUA. Natural do Tennessee, o piloto americano de 26 anos foi o grande nome do campeonato da Fórmula Indy em 2017, conquistando o título logo em seu primeiro ano pela tradicional equipe Penske. Entretanto, a STR optou por Brendon Hartley para o lugar do francês, e o neozelandês encontrou dificuldades para se adaptar ao carro da categoria. No final, recebeu a quadriculada em 13º, enquanto o companheiro de equipe Daniil Kvyat foi o décimo.

- Você não pode simplesmente vir para a F1. Olhe para Brendon Hartley. Eu acho que ele é um piloto muito bom e um talento muito bom, mas em sua primeira corrida ele sofreu em comparação com Daniil (Kvyat). É normal, mas ele foi exposto à cultura da F1, ele era um piloto de teste. Josef nunca foi exposto a isso. Colocar um americano e fazê-lo falhar – foi o mesmo com Alexander Rossi – não é bom para ele, não é bom para a F1 na América e não é bom para nós. Precisamos ter certeza de que ele pode ter sucesso – completou o dirigente.

Texto: Redação

Fonte: Globo Esporte

Rodão

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