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Carros de presidentes são cartão de visita e garantia de segurança

Submitted by on 8 de fevereiro de 2019 – 10:51No Comment

O automóvel usado pelo presidente de um país não pode ser um carro qualquer. O cargo exige um modelo que esteja à altura de sua importância. O veículo marca presença no cotidiano do dirigente do país e também em ocasiões mais formais, como visitas oficiais e recepções a outros chefes de Estado.

Por essa razão, os veículos destinados a essa função precisam ter muitos predicados. De um lado, luxo e conforto para o mandatário do cargo de maior pompa. De outro, um reforço na segurança. Afinal, eles têm de ser capazes de garantir a integridade física do presidente em um eventual atentado.

“A Besta” norte-americana
E nenhum modelo ilustra melhor essa dualidade que o Cadillac One. É o carro usado pela presidência dos Estados Unidos desde 2009. A versão atual (foto acima) fez sua estreia em setembro de 2018.

Trata-se de uma limusine construída pela General Motors sobre o chassi de um caminhão GMC Topkick. Motivo: um monobloco não conseguiria suportar o peso da blindagem e dos equipamentos de segurança.

A carroceria tem 20 cm de espessura e as janelas, 13 cm. É o suficiente para proteger os ocupantes de disparos e até granadas. Para um eventual ataque químico, tanques de oxigênio estão à mão. Apelidado de The Beast (A Besta), o carro vale pelo menos R$ 6 milhões (US$ 1,5 milhão). E a frota do governo americano tem uma dezena de exemplares como esse.

Antes disso, a Cadillac já havia sido a marca de vários outros veículos presidenciais dos EUA. É o caso do Majestic Series de Woodrow Wilson, do V8 1928 usado por Franklin Roosevelt, do Eldorado 1953 conversível de Dwight Eisenhower e do Fleetwood 1993 de Bill Clinton.

Países privilegiam produção nacional
Na França, como era de se esperar, os carros presidenciais são prata da casa: todos os 30 modelos usados pelos chefes de Estado desde 1906 foram construídos por marcas do próprio país.

Dentre eles, 10 foram fabricados pela Citroën, 9 levaram a assinatura da Renault e 5 eram da Peugeot.

O mais emblemático deles certamente foi o Citroën DS 19 de 1962 (foto acima) que foi utilizado por Charles de Gaulle e Georges Pompidou.

O atual líder francês, Emmanuel Macron, tem à sua disposição dois modelos presidenciais feitos sob medida: um DS 7 Crossback (foto abaixo) e um Peugeot 5008.

Na Itália, os carros de uso oficial são o Lancia Thesis e o Maserati Quattroporte. Para solenidades, há dois exemplares da limusine Lancia Flaminia Presidenziale construídas em 1960.

Já o carro da família real britânica é o Bentley State Limousine. Mas a primeira-ministra Theresa May usa um Jaguar XJ “Sentinel”, adaptado.

A Mercedes-Benz fornece os sedãs longos Classe S para os presidentes de diversos países, como Bélgica, Camboja, Finlândia, Índia, Vietnã e Coréia do Sul – além, evidentemente, da pátria da própria montadora, a Alemanha. Mas a chanceler alemã Angela Merkel também usa um Audi A8.

No Brasil, renovação à vista
No Brasil, a exemplo de países como Chile e Austrália, usam-se dois veículos presidenciais diferentes. Um modelo clássico desfila em solenidades e comemorações e outro mais atual cumpre as tarefas do dia a dia.

Em datas especiais como o feriado de 7 de setembro (Dia da Independência), é usado um Rolls-Royce Silver Wraith de 1952. Foi a bordo dele que o atual mandatário Jair Bolsonaro desfilou no dia de sua posse.

Por enquanto, o carro de trabalho da presidência ainda é um Fusion Hybrid, cedido em comodato pela Ford em 2010, durante o segundo mandato de Luís Inácio Lula da Silva. Mas o Gabinete de Segurança Institucional já divulgou um edital para a compra de modelos mais modernos e que possam oferecer mais segurança a Bolsonaro. Devem ser adquiridos entre 8 e 12 exemplares blindados. A despesa deve custar R$ 5,5 milhões aos cofres.

No passado, a presidência do Brasil já usou em seu dia a dia carros como os Chevrolet Opala Diplomata e Omega, o Ford Landau e o Willys Itamaraty – este último, em versão limusine criada pela Ford exclusivamente para a função.

Texto: Redação

Fonte: Jornal do Carro Estadão

Portal Rodão

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