Avaliação: Honda Civic 2018 muda para recuperar terreno
19 de junho de 2018 – 11:45 | Coment√°rios desativados

A linha 2018 do Civic trouxe leves retoques e central multim√≠dia dispon√≠vel em todas as vers√Ķes. Tudo para ajud√°-lo a vencer a concorr√™ncia
Em 2009, comprei um Honda Civic LXS, com o qual fiquei por tr√™s …

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Brasileiros prometem sucesso em diversas categorias do automobilismo mundial

Submitted by on 1 de fevereiro de 2018 – 9:45No Comment

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Em 2018, o Brasil testemunhar√° a primeira temporada sem um representante nacional na F√≥rmula 1 desde 1969. Nos √ļltimos 49 anos, o pa√≠s teve ao menos um representante no circuito e oito t√≠tulos conquistados. Atualmente, o torcedor brasileiro est√° √≥rf√£o de um representante naquele campeonato considerado a elite, mas pode torcer por pilotos do pa√≠s em outras categorias do automobilismo.

Na verdade, a for√ßa verde-amarela vem brilhando nas principais categorias internacionais, inclusive com conquistas de t√≠tulos recentemente. Na F√≥rmula E, por exemplo, Lucas Di Grassi foi campe√£o da √ļltima temporada (2016/2017). A competi√ß√£o de carros de monopostos movidos exclusivamente a energia el√©trica √© organizada pela Federa√ß√£o Internacional de Automobilismo (FIA) e existe desde 2014. Duas das tr√™s temporadas da modalidade foram vencidas por brasileiros.

Nelsinho Piquet foi o primeiro campe√£o da categoria, ainda em 2014. Este ano, o representante da Jaguar √© o brasileiro mais pr√≥ximo do p√≥dio, j√° que, ap√≥s quatro corridas, √© o quinto colocado na tabela. Lucas, no entanto, ocupa o 20¬ļ posto e se v√™ distante da briga, ap√≥s abandonar as √ļltimas duas corridas. O brasileiro √© piloto da Audi.

Pietro Fittipaldi, que também vai correr na Indy, carrega o sobrenome de lendas no automobilismo
Outra competição bastante conhecida por brasileiros é a Fórmula Indy. Entre as categorias analisadas pelo Correio é a que mais tem pilotos brasileiros na disputa. Tony Kanaan, Matheus Leist, Helio Castroneves e Pietro Fittipaldi competirão na temporada de 2018, que tem início em março. A idade e a experiência dos pilotos são variadas. Tony, 43 anos, e Helio, 42, por exemplo, são veteranos. Enquanto isso, os jovens Mateus, 19, e Pietro, 21, fazem a estreia este ano.

Matheus ser√° o piloto mais jovem do grid. Ao lado do compatriota brasileiro Tony Kanaan, ele representar√° a equipe A.J. Foyt. ‚ÄúTer Tony como meu companheiro de time √© incr√≠vel, porque ele √© meu √≠dolo desde que eu sou crian√ßa. N√≥s somos de gera√ß√Ķes diferentes, mas eu mal posso esperar para estar com ele na pista e aprender o m√°ximo poss√≠vel‚ÄĚ, declarou o ga√ļcho Matheus, campe√£o da F√≥rmula 3 Inglesa em 2016.

Pietro est√° empolgado para repetir o sucesso da fam√≠lia Fittipaldi na Indy ‚ÄĒ principalmente quando o assunto √© as 500 Milhas de Indian√°polis. Mas deixa claro qual o objetivo maior. ‚ÄúN√£o escondo de ningu√©m que meu outro grande objetivo √© chegar na F-1 e, com certeza, esta temporada na Indy ser√° um passo muito importante em meu desenvolvimento‚ÄĚ, afirmou √† Ag√™ncia Estado.

Fila para a F1

O brasileiro que mais se aproxima da principal categoria do automobilismo √© S√©rgio Sette C√Ęmara Filho. O mineiro de 19 anos estreou na F√≥rmula 2 ‚ÄĒ principal categoria de acesso √† F√≥rmula 1 ‚ÄĒ na temporada passada, pela equipe MP Motorsport. Em 2018, ele defende uma nova escuderia e correr√° a temporada pela Carlin, tradicional equipe inglesa.

No ano passado, S√©rgio ‚ÄĒ filho do presidente do Atl√©tico-MG ‚ÄĒ fez a estreia com desempenho mediano: ficou na 12¬™ coloca√ß√£o, entre 29 competidores. O piloto subiu ao p√≥dio duas vezes no ano. Foi campe√£o da segunda corrida da 8¬™ etapa, na B√©lgica, e ficou em segundo lugar na segunda corrida da etapa seguinte, na It√°lia.

Texto: Maria Eduarda Cardim

Fonte: DF Superesportes

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