Imagens revelam o sed√£ do novo Polo por inteiro. Estreia acontece no primeiro trimestre de 2018
16 de agosto de 2017 – 16:29 | Coment√°rios desativados

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Brasil e Argentina discutem novo acordo

Submitted by on 9 de dezembro de 2013 – 10:34No Comment

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Brasil e Argentina começarão a negociar um novo acordo para o comércio bilateral de automóveis a partir da segunda quinzena de janeiro. Os países terão até junho de 2014 para decidir as novas cláusulas do contrato.

Segundo informa√ß√Ķes do Estad√£o, as negocia√ß√Ķes ser√£o concentradas na necessidade de os pa√≠ses reduziram as importa√ß√Ķes de autope√ßas de outras regi√Ķes. Ao mesmo, ambos t√™m interesse em aumentar o volume de pe√ßas nacionais visando diminuir o d√©ficit comercial do setor.

Dados do Sindipe√ßas (Sindicato Nacional da Ind√ļstria de Componentes para Ve√≠culos Automotores) mostram que, entre janeiro e outubro, o d√©ficit comercial da balan√ßa brasileira de autope√ßas chegou a US$ 8,45 bilh√Ķes, uma alta de 66,6% sobre igual per√≠odo de 2012. Os embarques tiveram queda de 5,4% (chegando a US$ 8,46 bilh√Ķes), enquanto as importa√ß√Ķes, aumentaram 20,6%, atingindo US$ 16,91 bilh√Ķes.

No caso da Argentina, um relat√≥rio da C√Ęmara de Industriais Fundidores da Rep√ļblica Argentina (Cifra) e o Grupo de Produtores de Autope√ßas (Proa) revela que cerca de 70% das autope√ßas utilizadas em carros feitos na Argentina s√£o importadas. O pa√≠s visa reduzir esta depend√™ncia para 33% e, assim, melhorar a balan√ßa comercial do setor, que hoje amarga um d√©ficit de US$ 9 bilh√Ķes. Aproximadamente 35% das importa√ß√Ķes argentinas de autope√ßas s√£o do Brasil, seguido por China (14,4%) e Alemanha (8%).

Outro ponto fundamental diz respeito ao Inovar-Auto. O programa concede impostos menores apenas para as empresas que resolveram produzir aqui. A Argentina quer que suas peças sejam consideradas nacionais no mercado brasileiro.

‚ÄúH√° um entendimento muito bom entre os dois pa√≠ses sobre o novo acordo. Vai ter que ser constru√≠do um novo protocolo porque o atual vence em junho. Mas temos tempo, ao longo do primeiro semestre, para construir esse novo protocolo”, disse o ministro de Desenvolvimento, Ind√ļstria e Com√©rcio Exterior, Fernando Pimentel.

O com√©rcio entre os pa√≠ses funciona de maneira livre desde junho, regulado por suas respectivas demandas. Conhecido como ‚Äúflex‚ÄĚ, o antigo acordo previa que, para cada d√≥lar importado pelo Brasil da Argentina, era permitido exportar at√© US$ 1,95, enquanto a cada d√≥lar importado do Brasil, a Argentina podia exportar at√© US$ 2,50. Caso estes limites fossem ultrapassados, as exporta√ß√Ķes para ambos os pa√≠ses seriam tributadas, mas isto nunca aconteceu por conta do pr√≥prio mercado.

No final do ano passado, o governo argentino solicitou ao Brasil que reduzisse a propor√ß√£o do ‚Äúflex‚ÄĚ para aumentar a produ√ß√£o local de autope√ßas. Al√©m disso, a Argentina tamb√©m pediu uma mudan√ßa nas regras do Inovar-Auto, visando que uma das partes das etapas produtivas exigidas no programa possa ser feita no Mercosul, e n√£o apenas no Brasil.

Fonte: Vitor Matsubara / Quatro Rodas

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