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22 de outubro de 2017 – 10:36 | Comentários desativados

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Anfavea acusa golpe, mas diz que dias melhores virão

Submitted by on 8 de julho de 2014 – 10:29No Comment

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De janeiro a junho deste ano, foram produzidos 1.566.049 veículos no Brasil, número 16,8% que o registrado no mesmo período de 2013, quando foram feitas 1.882.823 unidades.

Só em junho foi produzido um terço (33,3%) a menos do que no mesmo mês do ano passado – 215.934, ante 323.880. Os números foram divulgados nesta segunda (7) pela Anfavea (Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores).

Ao mesmo tempo em que acusa o golpe, a associação afirma que o pior já passou e prevê segundo semestre de retomada. “As turbulências que pairaram sobre o setor no primeiro semestre estão sendo superadas e o viés agora é de crescimento”, afirma Luiz Moan, presidente da entidade.

“As questões de financiamento pelo PSI, que travaram a comercialização de veículos pesados e máquinas autopropulsadas no início do ano, foram resolvidas. O acordo com a Argentina foi assinado e já está em vigor. As alíquotas do IPI [Imposto sobre Produtos Industrializados] foram mantidas até o fim do ano. São fatores que nos fazem ter a convicção que o segundo semestre será melhor do que o primeiro”, diz.

Segundo ele, se o IPI fosse elevado, o panorama previsto para o segundo semestre poderia ser comprometido, pois a cada ponto percentual de aumento do imposto incidiria um aumento no preço de 1,1% e impacto de 2,6% de queda no mercado. “Além de elevar a carga tributária no veículo brasileiro, que já é uma das mais altas do mundo.” Para ele, um entrave é o ainda forte cenário de restrição ao crédito.

Estudo apresentado pela Anfavea mostra que 28,1% do preço de um automóvel flex com motorização entre 1.000 cm³ e 2.000 cm³ são de impostos. Esse número é maior, por exemplo, do que os 18% de um veículo similar na Itália, 7% nos Estados Unidos e 9,9% no Japão.

Essa comparação é feita com base na participação dos impostos no preço final ao consumidor, critério diferente dos utilizados em outros países, que indicam qual é a carga tributária adicionada ao preço do veículo sem impostos. Neste critério, proposto pelo estudo, segundo a associação, a carga adicionada a esse mesmo automóvel no Brasil é de 54,2%.

Mercado

Além da queda na produção, houve encolhimento também do mercado. De janeiro a junho deste ano foram emplacadas 1.361.879 unidades, 7,1% a menos do que no mesmo período de 2013, quando foram registrados 1.465.542 veículos.

Entre junho de 2013 e junho deste ano, a queda foi de 17,5% – de 262.641 para 216.653. Em relação a maio, quando foram emplacadas 240.592 unidades, a queda foi de 10%.

A associação espera agora retração de 5,4% nos licenciamentos e de 10% na produção. Enquanto isso, avalia que as exportações devem cair 29,1%. Os números, apesar de negativos, indicam que o segundo semestre será melhor do que o primeiro em todos os indicadores.

Fonte: Carpress

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