Conheça o BMW concept 4, o protótipo que antecipa o série 4 – só ele quer ter grade de radiador
13 de setembro de 2019 – 14:45 | Comentários desativados em Conheça o BMW concept 4, o protótipo que antecipa o série 4 – só ele quer ter grade de radiador

Estande da BMW no Salão de Frankfurt dá spoilers sobre as novas gerações do Série 4, além de novidades para o nicho dos SUV-cupê e um novo carro elétrico.
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AMERICANOS ELEGEM OS CLÁSSICOS BRASILEIROS MAIS BELOS À VENDA NO EXTERIOR

Submitted by on 6 de abril de 2016 – 8:57No Comment

bianco

Tem até Kombi Last Edition à venda por 45.468 dólares e Puma GT arrematado num leilão nos EUA por 19.250 dólares

O mercado mundial de automóveis clássicos parece ter despertado para as jóias e raridades feitas no Brasil. Apesar de não serem referência de potência e performance, eles atraem os gringos pelo exotismo e também pela beleza. O site americano Classic Driver fez uma pequena seleção dos mais belos nacionais encontrados à venda no exterior. Confira e veja se concorda com as escolhas.

Bianco S 1979

Obra do lendário Toni Bianco, ele fez sua estreia no Salão do Automóvel de São Paulo em 1976, com carroceria feita de fibra de vidro e plástico reforçado montado numa plataforma e mecânica de origem Volkswagen. O Bianco S traz linhas que até hoje chamam a atenção, com arcos das rodas pronunciados, para-brisa amplo, faróis duplos e o característico jogo de lanternas – com notável inspiração nos esportivos europeus da época. O modelo das fotos é um Bianco 1979 encontrado nos Estados Unidos, que foi ao leilão no último fim de semana e vendido por U$$ 24.750.

Kombi Last Edition 2013

A “velha senhora” foi produzida por 56 anos ininterruptos no Brasil sem grandes alterações no seu projeto original. Aposentada em 2013 por conta da impossibilidade de receber os obrigatórios freios ABS e airbags, a Kombi se despediu no mesmo ano com a série Last Edition, destinada aos colecionadores. Ela se diferencia pela pintura saia-e-blusa azul e branco, rodas brancas e pneus com faixas brancas, além de grade do radiador e para-choques no mesmo tom – tudo para dar um ar nostálgico à perua. Por dentro, a Kombi Last Edition tras inspiração “vintage” nos bancos de vinil nas cores branca e azul e cortinas com presilhas. A Kombi Last Edition anunciada está aparentemente com a suspensão rebaixada e possui 2.825 quilômetros rodados. Ela está à venda em Mônaco por, acredite, U$$ 45.468 – muito mais do que os R$ 85.000 pedidos no Brasil na época de seu lançamento.

Puma GT 1972

O Puma é um dos mais consagrados modelos esportivos já feitos no Brasil. Nascido em 1964 para as pistas e com uma legião de fãs espalhados pelo país (e também pelo mundo), o Puma começou sua história no Brasil com mecânica DKW de três cilindros. A carroceria do esportivo era feita de plástico reforçado com fibra de vidro, ganhando chassi, suspensão e mecânica Volkswagen em 1967. As linhas dos primeiros Puma remetem à escola italiana de design, sendo que a partir dos anos seguintes, o esportivo traz estilo que lembram os Lotus Europa e o Datsun 240Z. O Puma das fotos é um GT de 1972 equipado com um motor boxer 1.600 e câmbio manual de quatro marchas. Esse exemplar era de um colecionador brasileiro e foi levado aos Estados Unidos, sendo leiloado no último fim de semana e vendido por U$$ 19.250.

Maserati 200Si 1956

O modelo mais desconhecido dessa lista não é brasileiro, mas tem uma história bastante vinculada ao país. O Maserati 200Si nasceu a partir de um 150S e foi encomendando em 1957 à pedido do piloto amador Severino Gomez Silva a ninguém menos do que o pentacampeão mundial de Fórmula 1 Juan Manuel Fangio. O endinheirado brasileiro pintou o clássico com as cores da bandeira do Brasil para correr nos 1.000 km de Buenos Aires. Depois das competições em que participou nos anos 50, o carro foi para um museu em São Paulo, onde ficou por muitos anos, sendo vendido apenas em 2004. Atualmente, o Maserati 200Si das fotos se encontra nas mãos do restaurador Steve Hart, que colocou à venda seu exemplar totalmente original. O preço não foi divulgado, mas levado em consideração a história e a raridade do modelo, as cifras devem ultrapassar facilmente os três dígitos.

FONTE: Quatro Rodas
TEXTO: Diego Dias

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